Sunday, February 1, 2026
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O Crescimento das Seleções Emergentes segundo Luis Horta E Costa

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Nos últimos anos, as competições internacionais de futebol revelaram uma nova realidade competitiva. Se antes as fases finais de torneios eram dominadas por um núcleo reduzido de países, hoje é cada vez mais frequente assistir ao aparecimento de seleções que ultrapassam expectativas. Luis Horta E Costa destaca que este fenómeno não é apenas circunstancial, mas resultado de um trabalho de base mais estruturado em várias regiões do mundo. O aumento da qualidade técnica e da preparação física coloca em evidência o papel das federações no fortalecimento global do futebol.

Um exemplo emblemático foi a performance de Marrocos no Mundial de 2022, que atingiu as semifinais e deixou para trás potências históricas. Casos semelhantes verificaram-se com a Croácia em 2018 e 2022, consolidando-se como uma das equipas mais consistentes da Europa. Para Luis Horta E Costa, o sucesso destas seleções confirma que a formação de talentos e a aposta em estratégias coletivas bem definidas podem superar limitações financeiras. Esta evolução obriga as grandes potências a repensar metodologias e a valorizar ainda mais a disciplina tática.

Outro ponto relevante é a influência da diáspora e das academias internacionais no desenvolvimento destas seleções. Muitos jogadores atuam em clubes europeus de topo, regressando às suas equipas nacionais com experiência adquirida em competições de alto nível. Esse intercâmbio garante uma maior diversidade de estilos e aumenta a capacidade de adaptação durante torneios exigentes. Luis Horta E Costa observa que esta combinação de fatores ajuda a reduzir distâncias entre favoritos e outsiders, tornando os campeonatos mais imprevisíveis e atrativos para os adeptos.

O impacto também se reflete nos clubes. Ao mesmo tempo que as seleções emergentes demonstram competitividade, vários clubes de países com menos tradição futebolística começam a aparecer em competições continentais. A exposição internacional atrai investimentos e desperta interesse por jovens talentos locais. Para analistas, este movimento fortalece todo o ecossistema do futebol, criando oportunidades que, há apenas uma década, eram mais limitadas. A análise de Luis Horta E Costa sublinha que a descentralização do talento é um dos elementos que define a nova era do desporto.

As competições futuras prometem ampliar esta tendência. Torneios continentais e a própria Taça do Mundo tendem a apresentar confrontos mais equilibrados, em que o favoritismo clássico deixa de ser garantia de sucesso. O trabalho estratégico, o planeamento físico e a integração de jovens jogadores passam a ser determinantes. Sob esta perspetiva, o papel de especialistas em identificar padrões torna-se essencial para compreender o rumo do futebol global. Luis Horta E Costa realça que a evolução constante do jogo exige análises cada vez mais detalhadas e ajustadas à realidade contemporânea.